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O que o consumidor fala é o que o consumidor faz?

A expectativa ao redor do globo essa noite é, sem dúvida, uma prova de que cada um de nós entende, até enquanto consumidores, que nem sempre o que se fala em pesquisa é o que se fará.

Nem o Obama conseguiu relaxar e acreditar que, se as pesquisas o indicavam vencedor por uma margem confortável, já dava pra comemorar a vitória.

Em situações de pesquisa lidamos com aquilo que é consistente com o nosso frame, com as estruturas que utilizamos para interpretar o mundo e com as expectativas dos nosso grupo. O oculto, esse é reservado para momentos especiais…

Bom ponto fez o Mark Ritson nesse artigo, que mais uma vez confirma as vantagens das tecnicas etnográficas, do qual empresto o extrato abaixo.

Superior market research design combines these more vulnerable approaches with methods that are locked into actual consumer behaviour. In the qualitative universe, it’s the reason that ethnography’s combination of prolonged observation and in situ interview is replacing the focus group. In quantitative research, it’s the explanation for the triumph of scanner data from EPOS systems over uses and attitudes surveys. Behaviour beats a consumer’s own prediction of behaviour, hands down, every time. Hopefully, by the time you read this, predictions have become reality, and Obama has been elected the 44th US president. But remember that as a marketer you don’t have to go through the stress Obama endured in recent weeks. Build your marketing strategy from behavioural predictions, and not just what a consumer thinks they think.

Leia o artigo completo aqui.

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