Sábado de manhã, discutindo no café sobre como acomodar as necessidades de compras da casa com descanso e diversão, eu recebi uma única recomendação “Só domingo as 10 horas que eu tenho que estar em casa porque vai ter Chelsea e Manchester United.”
O futebol inglês tem feito um trabalho lindo de construção de marca, criando não uma, mas um grupo de marcas que valem mais de uma centena de milhões de libras. Até eu, que não sou de futebol, estou com vontade de assistir um jogo agora no fim do ano que vamos pra Londres. E quem sabe até comprar uma camisetinha
Eu estudei o meu fair share a respeito de Marketing e esporte, por ter trabalhado em um grande projeto de patrocínio esportivo, mas não deixo de me comover com o nível de envolvimento dos torcedores com seus times. E cada um carrega um perfil, conquistas, histórias, cores, uma essência.
Esse CORE é evidente para todos os envolvidos e até passado de geração em geração. O que o time é está traduzido nos seus uniformes, jogadores, website, estádio… E repetido por cada membro desse grupo de torcedores que também é a marca.
O time pode estar bem ou mal… Jogadores se machucam, mudando o desfecho da temporada. Técnicos são contratados para definir o caminho estratégico do time.
E existe emoção por todos os lados. O estádio é um templo, as pessoas vibram… E sim, não se muda de time, há uma espécie de código de honra, então estamos lá nos bons e nos maus momentos.
Num mundo onde não se muda de marca, como cada ponto de contato pode enriquecer a experiência do consumidor. Onde se busca o suporte, a torcida, e o aumento do público vem através das novas gerações, como aumentar a relevância do time para continuar firme e forte por décadas?
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Se cada um de nós pensar emoção como no futebol na hora de desenhar uma experiência de marca, vamos avançar um bocado. E se conseguirmos entregar benefícios que façam de nossa marca uma que não se possa mudar por toda vida, hein?
