Archive for June, 2008

Como mudam os hábitos do consumidor

Esse vídeo é bem interessante. O Center for the Digital Future da University of Southern California Annenberg School vem acompanhando adolescentes há oito anos e percebeu que eles não usam relógio de pulso, usam o celular como relógio.

O que acontece com uma determinada categoria de produtos não é só função da concorrência direta. Esse é um maravilhoso exemplo de como as categorias se interpenetram e como as grandes mudanças influenciam diversas categorias de uma vez…

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Algumas leituras Recomendadas

Como parte da campanha para Branding deixar de ser uma buzzword e como eu abraço esse meu papel de evangelista e educadora. Enjoy!

- O Homem e seus símbolos - Carl Jung

- The Dictionary of Brand - Marty Neumeier (Aiga Center for Brand Experience)

- The 22 immutable laws of branding - Al Ries e Laura Ries

- The Brand Gap - Marty Neumeier

- The lovemarks effect - winning in the consumer revolution - Kevin Roberts

- Designing Brand Identity - Alina Wheeler

Só a ponta do iceberg. Mas vale começar por aí…

PS - Eu sou sempre muito criticada por *entregar o ouro para o bandido*, e por ser *inocente* com relação a dividir conhecimento. Fato é, e tenho que citar o meu amigo Daniel Morena, que diz que divide tudo o que lê e descobre por aí, porque não acha que é isso que faz a diferença, eu sinceramente acho que quanto mais gente souber o que de verdade é branding, melhor pra mim :-) Bom fim de semana!

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Chris Jordan - Picturing Excess

Estou dividindo esse vídeo excepcional do TED, de um artista chamado Chris Jordan, que mostra fotograficamente, o excesso em que estamos inseridos em nossa sociedade. Os números são dos Estados Unidos, mas vivemos a mesma realidade.

A cada dia estou mais consciente do excesso e achei maravilhoso esse vídeo chegar até as minhas mãos. Todo dia estou criando um hábito novo para gastar menos, consumir menos, usar até o fim… E tenho curtido o processo.

Acho que a arte fez um maravilhoso serviço em nos trazer, nesse exemplo, visuais inesquecíveis da inconsequência de nossos estilos de vida. Deixo para pensarmos. Todos.

E na área de Comunicação e Branding já há quem esteja levando a questão do viver conscientemente às últimas consequências… Conheça a Amazon Advertising e a One Tribe Creative, que tem uma linha de trabalho muito inspiradora.

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Branding

Essa semana eu tive uma conversa interessantíssima com um executivo, durante uma visita, que para mim resumiu o que a maior parte das pessoas pensa quando ouve a palavra “branding”. Ele dizia “e é aí que entra o *tal* do branding”.

Desde que virou buzz-word nos círculos por aí, a expressão causa todo tipo de confusão e definições. Em um mundo onde as promessas abundam, e também a informação, comunicar tem sido trabalho difícil, e os gerentes e diretores de Marketing têm sido presa fácil para os espertinhos de plantão prontos para faturar um pouco mais vendendo o produto que está na moda (à propósito a outra buzzword dessa década é *digital*, mas isso fica para outra hora).

E quem é o “tal”do branding?? Sua marca é sua promessa. Uma promessa que atraia os seus cientes ao invés de uma em que você tenha que caçá-los. O branding é o processo de chegar à promessa, ou de manter-se fiel à promessa. Simples dessa maneira mesmo.

Se designers estão tentando te convencer de algo diferente: cuidado. Uma boa logomarca, um selling line lustroso, e coisas essencialmente feitas em um Macintosh não são necessariamente branding.

O processo de chegar a uma promessa relevante requer contato (qualificado) com o consumidor ou cliente, requer um entendimento da concorrência. E requer gente que saiba fazê-lo e que queira que você gaste menos dinheiro, e não mais.

E se quiser ler mais a respeito, de Steve Cranford, a quem eu admiro e que tem me ensinado tanto, leia esse post.

E à propósito, o executivo do início do post, sabe bem o que é branding, por isso fazia a brincadeira, mas infelizmente, ele é uma exceção. A regra é a confusão, propagada pelo fato de que se você digita *branding* no google, 80% do que lê é superficial, bobagem ou incompleto. Para entender branding o PageRank, infelizmente não é quem nos salvará. E nem a academia. É.

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Parabéns, Mel!

Minha ex-chefe, Melanie Healey teve seu trabalho reconhecido no 2008 Women to Watch da Advertising Age. Muito merecido. A P&G para mim foi uma grande escola.

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Interessante esse artigo da Brandweek sobre uma pesquisa que mostra a americana á prova de recessão, de 29 anos. Importante contextualizar que a crise anda forte por lá (gasolina a 4 dólares, companhias aéreas demitindo horrores, pessoas perdendo suas casas por falta de pagamento.

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